domingo, 10 de abril de 2011

Material enviado pelo aluno Rafael 10/04/11

Coca-Cola Brasil intensifica redução do consumo de água 

(Portal Fator Brasil)



Sistema Coca-Cola Brasil baixou ainda mais seu uso de água, para apenas 1,95 litro para cada litro de bebida produzido. Em dez anos, o consumo foi reduzido em 23%.Índice é o menor da indústria brasileira de bebidas e um dos menores do mundo.
A expectativa da empresa é devolver à natureza toda água utilizada em seu processo industrial até 2020 O Sistema Coca-Cola Brasil reduziu em 1,5% o volume de água utilizado no processo fabricação de seus produtos no ano de 2010, alcançando a marca de 1,95 litro para cada litro de bebida produzido – o que inclui o líquido que vai dentro da embalagem. Com isso, tornou ainda mais eficiente o seu índice de consumo do recurso hídrico, que já era o menor da indústria de bebidas do Brasil e um dos menores do mundo.
O índice alcançado é resultado de esforços contínuos da empresa ao longo de vários anos, em busca da meta global de, até 2020, devolver à natureza toda a água utilizada em seu processo industrial. Para se ter uma ideia da eficiência desse processo, em 2001 eram necessários 2,54 litros de água para produzir um litro de bebida. O índice alcançado em 2010 representa uma redução de 23% no consumo, graças a ações como a captação da água da chuva para realimentação de lençóis freáticos e o replantio de árvores para recuperação de bacias hidrográficas.
Segundo José Mauro de Moraes, diretor de Meio Ambiente da empresa, “a economia da água está no centro das nossas atenções. Faz parte da cultura já consolidada na empresa e um caminho que não poderia ser trilhado de forma diferente. A água é um recurso natural e finito, para o qual devem ser pensadas soluções de uso racional, não só pela sustentabilidade dos negócios, mas pela garantia de qualidade de vida das comunidades e pela manutenção dos ecossistemas”.
A plataforma de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, a Viva Positivamente, tem entre suas ações prioritárias o uso eficiente e racional da água, sempre de acordo com a política mundial para recursos hídricos seguida pela empresa, baseada em três “Rs”: Reduzir a água usada na produção de bebidas; Reciclar a água restante do processo para outros usos; e Repor a água às comunidades e à natureza.
“Na economia de recursos hídricos nas nossas instalações físicas, importantes inovações são adotadas: a utilização, se possível, de descargas a vácuo e a medição, a manutenção e o controle dos gastos, além de treinamento, conscientização e premiação pelas ações responsáveis. Assim, conseguimos resultados importantes, como a eliminação de vazamentos nas fábricas, o que gera uma redução de consumo de até 10% em cada unidade industrial”, completa Moraes.
Programa Água Limpa - Nos 16 fabricantes de Coca-Cola no Brasil, o projeto trata da qualidade da água que é devolvida à natureza pelos fabricantes e da economia na utilização deste bem cada vez mais escasso no planeta. Atualmente, por exemplo, 14 fabricantes e a sede da empresa no Rio de Janeiro utilizam o sistema de captação de água da chuva, inclusive como fonte bruta no processo industrial, o que possibilita a redução em até 12% na média de consumo.
Programa Água das Florestas - O programa foi criado pelo Instituto Coca-Cola Brasil, em 2007, para promover a recuperação de bacias hidrográficas com o reflorestamento de suas matas ciliares. O programa foi iniciado na Bacia do Rio Piraí (SP), que está sendo recuperada com o plantio de mudas de espécies nativas, com a participação da Fundação SOS Mata Atlântica.
Reconhecido pelo Clinton Global Iniative, um dos mais importantes fóruns internacionais para o desenvolvimento sustentável, o Água das Florestas também contribui para a neutralização das emissões de carbono, de acordo com as diretrizes da Convenção do Clima do Protocolo de Kyoto.
Perfil-O Sistema Coca-Cola Brasil atua em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas - águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, hidrotônicos e lácteos, com uma linha de mais de 150 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. Formado pela Coca-Cola Brasil e 16 grupos fabricantes brasileiros, além do Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil (SABB), emprega diretamente mais de 53 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 500 mil empregos.
Os investimentos do Sistema no Brasil somaram R$ 6 bilhões nos últimos cinco anos e, em 2010, foram investidos mais R$ 2,2 bilhões. A sustentabilidade é um compromisso da Coca-Cola Brasil e se reflete na forma como a empresa e seus fabricantes lidam com as pessoas e com o meio ambiente. O índice de uso de água da Coca-Cola Brasil, por exemplo, é um dos melhores do mundo. São 1,98 litros de água para cada litro de bebida produzido - menos da metade do volume utilizado 12 anos atrás. Na reciclagem, a Coca-Cola Brasil desenvolveu, através do Instituto Coca-Cola Brasil, um programa chamado "Reciclou, Ganhou" que, desde 1996, colabora para que o País seja um dos mais avançados na reciclagem de materiais. Hoje, 98,2% das latas de alumínio e 55,6% das garrafas PET são recicladas. |Sites: www.institutococacolabrasil.com.br e www.cocacolabrasil.com.br.

Por que R$ 1,2 bi pode não ser o bastante para o Magazine Luiza ( Revista Exame)

Magazine Luiza deve realizar o segundo maior IPO do ano, mas planos da varejista dependeriam de mais recursos

Magazine Luiza: para muitos observadores, varejista demorou a reagir
Magazine Luiza
São Paulo – A tão aguardada abertura de capital do Magazine Luiza pode render 1,215 bilhão de reais – o que a colocaria como o segundo maior IPO do ano, atrás apenas dos 1,5 bilhão obtidos pela Queiroz Galvão em fevereiro. O mercado, contudo, começa a fazer as contas – e a ter a impressão de que essa dinherama pode não ser bastante para os planos do Magazine Luiza
O motivo é um só: comprar redes de varejo, como deseja o Magazine Luiza, está cada vez mais difícil e mais caro. Desde que o Pão de Açúcar deu início à onda de consolidação, comprando, primeiro, o Ponto Frio e, depois, associando-se à Casas Bahia, o setor entrou em ebulição.

O Magazine Luiza, para muitos observadores, demorou a reagir, enquanto assistia ao fortalecimento de rivais como a Ricardo Eletro e a Insinuante, que se uniram na Máquina de Vendas – grupo de varejo que, agora, é o segunda maior do país.

Atalho caro

Como o caminho mais rápido para encurtar a distância que se abre dos líderes é comprar empresas, o Magazine Luiza corre o risco de pagar caro. De acordo com Cláudio Felisoni, coordenador do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar/Fia), as aquisições agora estão supervalorizadas.

A última aquisição realizada pelo Magazine Luiza dá uma mostra do que o espera. Em meados do ano passado, a empresa comprou a paraibana Lojas Maia por cerca de 300 milhões de reais. Considerando-se que a rede tem 150 lojas, o Magazine pagou cerca de 2 milhões de reais por loja.

Se a mesma lógica for aplicada a outras redes que poderiam  atrair o interesse da empresa, já é possível ter uma ideia de como 1,2 bilhão de reais podem não bastar. Uma candidata constante à aquisição é a Lojas Cem, que faturou também 1,2 bilhão de reais no ano passado. Com 181 lojas, sua compra custaria cerca de 360 milhões de reais – ou 30% dos recursos do IPO.
É claro que o Magazine Luiza pode optar por redes menores e fora de cidades badaladas, como São Paulo. Há pequenas redes no Centro-Oeste e Sul com menos de 100 lojas, e que poderiam atender à estratégia da empresa de buscar novos mercados. Mas, na prática, essas redes encurtariam muito pouco a distância que a separa dos líderes do mercado.
Caminho próprio

Em seu prospecto preliminar, o Magazine Luiza afirma que o dinheiro do IPO será dividido em quatro frentes: aquisições, expansão de lojas, abertura de novas lojas e capital de giro. A empresa não informou como pretende distribuir os recursos. Mas, ainda que destine a maior parte às aquisições, os recursos podem ficar apertados.

Isso colocaria o Magazine em um dilema estratégico. Para alguns especialistas, o melhor seria mesmo partir para aquisições. É o caso de José Lupoli Junior, sócio da Lupoli Junior Consultores Associados e professor da EACH/USP. “Trata-se da maneira mais adequada e rápida do Magazine Luiza expandir sua atuação no mercado”, diz.

Já para outros observadores, o melhor agora é a empresa apostar em suas próprias forças e expandir sua rede. “A rede deve dar preferência à racionalidade econômica, e o melhor que tem a fazer, neste momento, é investir em expansão da própria marca, antes de fazer qualquer aquisição”, Felisoni.

No prospecto, o Magazine Luiza reconhece essa necessidade, e afirma que há 240 cidades que já teriam porte para receber uma loja sua. Como cada unidade requer um investimento de cerca de 1,5 milhão de reais em obras, contratação de pessoal e treinamento, entre outros, chegar a todos esses locais demandaria cerca de 360 milhões de reais – ou também 30% do IPO previsto.

Podia ser melhor

É por essas contas que os especialistas começam a achar que 1,2 bilhão de reais pode ser uma quantia muito apertada para os planos do Magazine Luiza. Segundo uma fonte consultada por EXAME.com que conhece densamente o setor varejista e prefere não ser identificada, o valor é relativamente baixo diante do potencial da empresa.

“Francamente, esperava um volume maior. Pois, estamos falando de uma companhia que atua em um dos segmentos que mais se favoreceu com a movimentação de classes sociais nos últimos dois anos e ainda tem muito para crescer ao longo do tempo”, disse. O Magazine Luiza atende principalmente a classe C, camada que mais aumentou seu poder de compra nos últimos anos.
O valor estimado pelas ações da varejista deve variar entre 16 e 21 reais. “Se analisarmos a abertura de capital da Arezzo, por exemplo, as ações da companhia foram negociadas a 19 reais. A companhia conseguiu levantar, com o IPO, cerca de 550 milhões de reais”, afirmou o especialista.
É claro que a comparação entre o Magazine Luiza e a Arezzo é um tanto imprecisa, uma vez que são companhias que atuam em segmentos totalmente distintos. No entanto, serve como parâmetro para se ter uma idéia de que a varejista de produtos de eletro-eletrônicos poderia alçar vôos mais altos.
A presidente da empresa, Luiza Helena Trajano, foi treinada para o mundo das vendas desde a adolescência. Seu tino comercial a levou a assumir o comando da empresa da família ainda jovem. Agora, para continuar crescendo, Luiza precisa mostrar que não sabe apenas vender. Será preciso provar que ela também sabe comprar empresas e administrar bem os recursos que entrarão do IPO.
Possíveis aquisições do Magazine Luiza:
RedeRegiãoFaturamento em 2009 (R$ bilhão)FuncionáriosLojasComércio eletrônico
Lojas CemSP1,26.500181não
Móveis GazinPR1,13.809161sim
Lojas ColomboRS1,026.000346sim
FujiokaGO0,5281.96042sim
Lojas SalferSC0,3585.800187sim
Lojas KoerichSC0,2361.30077sim
Fonte: Ibevar

Redes sociais alternativas para renovar a carreira (Revista Exame )

Veja como usar a internet para aprender outros idiomas, organizar sua leitura e até estudar para concursos públicos

Jovem usando notebook


Use as redes sociais para encontrar parceiros profissionais, aprender idiomas e, até, saber dos segredos das empresas



São Paulo – Segundo pesquisa da E.life, quase metade dos usuários de redes sociais dedicam um tempo equivalente a 41 horas semanais para acessá-los. Que tal usar esse tempo todo para cuidar das suas aspirações profissionais?
Mas não fale ficar logado apenas no LinkedIn.EXAME.com listou seis redes sociais mais especializadas que podem ajudar você a ir além do networking.
De olho no concurso
No percurso para conquistar uma oportunidade de carreira no setor público, vale unir forças com pessoas que estão na mesma situação. A rede Até passar se propõe a fazer a ponte para esses relacionamentos. O sistema oferece simulados, grupos de estudo e até fórum de discussão para tirar dúvidas.

O reality show da leitura
Não consegue terminar de ler aquele livro que começou há anos? Ou está a procura de boas sugestões? A rede Goodreads pode ser uma boa pedida. O site, dedicado aos amantes do mundo da literatura, permite que você faça análises de livros, participe de grupos de discussão e descubra as melhores sugestões para o seu perfil.
A rede ainda dá uma mão para quem tem dificuldades para colocar a leitura em dia. Ela oferece um sistema que mostra o quanto de páginas você avançou em cada obra – e mostra isso para todo mundo. É uma boa maneira para recrutar uma patrulha de fiscalizadores para lembrar você de ler.
Intercâmbio online
Que tal praticar (ou até aprender) outro idioma com nativos? A rede social Live Mochapromete isso. Ela possui mais de 37 cursos completos de idiomas disponíveis online – com opções que agregam até mandarim. Mas, para isso, é preciso desembolsar de 29 dólares a 149 dólares com planos mensais ou anuais. A rede colaborativa, no entanto, é gratuita. Lá, é possível falar com pessoas do mundo todo e, até, pedir algumas dicas na hora de estudar.
Outra opção para quem quer usar o conceito de colaboração para estudar um novo idioma é o site Italki.
Empresas na vitrine
Antes de aceitar uma proposta de emprego, vale espiar os comentários da rede socialGlassdoor. O site oferece uma espécie de raio-X das principais empresas do mundo. Mas para além da divulgação de dados de salários e características da companhia, o sistema permite que funcionários façam ‘reviews’ anônimos do clima de trabalho na empresa. Disponível em inglês.
Na onda da inovação
A rede Movere.me é ideal para profissionais repletos de ideias ou que pretendem ajudar em movimentos inovadores. Com ela, é possível recrutar gente para seus projetos bem como aderir aos planos de outras pessoas. O site oferece também um meio para receber incentivos financeiros de terceiros.