domingo, 15 de maio de 2011

Ofertas derrubam preços de passagens aéreas






RIO - Estados Unidos por menos de R$ 600 ida e volta. Europa por pouco mais de R$ 400. Desde o começo do ano, as companhias aéreas estrangeiras têm despejado uma enxurrada de promoções de passagens internacionais com descontos agressivos no mercado brasileiro. Uma oferta recente da alemã Condor colocou à venda bilhetes de ida e volta de Recife para Frankfurt por R$ 470. 
O valor é inferior ao de uma viagem de ônibus da capital pernambucana para São Paulo.

Para especialistas, as companhias internacionais estão inundando de promoções o mercado brasileiro para compensar a baixa demanda de viagens partindo dos países europeus e dos Estados Unidos, que ainda sofrem os efeitos de crises financeiras e econômicas.
"A quantidade de assentos oferecidos com preços baratos é ditada pelo equilíbrio entre oferta e demanda. O mercado europeu de turismo ainda está pouco aquecido, pois o continente segue em recessão. Isso favorece as promoções", afirma o consultor Andre Castellini, da Bain & Company.
Segundo ele, embora uma retomada mais forte no Primeiro Mundo possa reduzir o número de ofertas por aqui, o passageiro brasileiro deve continuar encontrando bilhetes com preços reduzidos.
Com o desenvolvimento de tecnologias que permitem estimar a demanda com mais precisão, cada vez mais as companhias lançam mão de promoções para aumentar a receita de seus voos.
Ao prever que ficará com assentos encalhados em um determinado trecho, a empresa derruba os preços de alguns bilhetes para sair com o avião cheio. "Hoje não existe mais essa de um avião sair vazio nos voos internacionais", diz Castellini.
Além das promoções, a queda da cotação do dólar tem ajudado o consumidor brasileiro a encontrar passagens cada vez mais baratas em reais.
Por conta da valorização da moeda brasileira, o passageiro paga hoje quase R$ 600 a menos do que há dois anos por uma passagem de US$ 1.200, por exemplo.
Tarefa difícil
Mas mesmo com a chuva de ofertas, comprar uma das pechinchas não é uma tarefa fácil. Com curta duração e restrição dos períodos em que se pode fazer as viagens, as promoções exigem que o passageiro seja flexível.
É o caso do assessor de investimentos Luciano Almeida, 25, que se prepara para uma viagem a Moscou no mês que vem pela qual pagou R$ 720.
"Já que sou autônomo, é só ligar para meus clientes e avisar que passarei um tempo fora", afirma o corretor, que depois de viajar para a Rússia, deve embarcar para Los Angeles, com um bilhete pelo qual pagou R$ 1.200. "O preço normal de uma passagem para lá, saindo de Porto Alegre, é de R$ 2.600", comparou.
Como o número de assentos em promoção é restrito, Luciano conta que acessa um blog de descontos três vezes por dia para não perder nenhuma oportunidade.
No ano passado, ele viajou para Barcelona por R$ 520 pela Qatar, saindo de São Paulo. O único "inconveniente", segundo ele, foi ter de passar uma noite em um hotel cinco estrelas no país árabe, paga pela companhia, que acabara de iniciar suas operações no Brasil.
Na avaliação do analista Felipe Souza, da consultoria Lafis, preços como os citados por Luciano devem se tornar mais comuns.
Céus abertos
Ele avalia que os acordos de céus abertos, como o assinado este ano com os Estados Unidos e o que deverá ser firmado com a Europa, aumentarão a competição e puxarão para baixo o preço das tarifas.
Também colaboram para o cenário de preços baixos a liberalização dos preços das passagens pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em vigor desde o ano passado.


Fonte : Estadão

Aprendendo a trabalhar em equipe

sexta-feira, 13 de maio de 2011

CARRO ELÉTRICO NO BRASIL

Renault começa pré-venda do compacto Twizy
 
Renault começa pré-venda do compacto Twizy

 
A Renault iniciou a pré-venda do Twizy, compacto elétrico será vendido com duas opções de motor que começam com apenas 5 cv de potência e chegam a 17 cv. O modelo foi apresentado pela primeira vez no Salão de Frankfurt e chega às lojas no final do ano.

De acordo com a Renault, o Twizy é uma nova proposta de mobilidade urbana. Apesar da pouca potência, o veículo conta com diversos itens como airbags, sensores de estacionamento, conexão Bluetooth e entrada USB. O motor elétrico é abastecido com uma bateria de íon-lótio com autonomia de 100 km. A versão de entrada alcança os 45 km/h enquanto o modelo mais potente chega aos 80 km/h.

O Twizy 45 custará 6.900 euros e é o mais barato da linha. Logo em seguida aparecem as versões "Urban" com preço de 7.690 euros e "Technic" ambas com o mesmo motor e que saem da concessionária por 8.490 euros.
 
Fonte : MNS I.CARROS

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Material enviado pela Professora de Direito Empresarial

Maria Inês BELUCCI

É preciso pensar ”a educação como prática da liberdade”  e direcionar a relação entre trabalho, educação e a produção do saber. Com esse tripé e pelas experiências formadoras, é possível ocorrer o “método de conscientização” no homem. 

A práxis, como enfocada por FREIRE, busca mostrar a reciprocidade constante da teoria e da prática, pela aplicação dos conhecimentos, atitudes e atos cotidianos nos processos vivos, existentes e como apresentados.

Demonstra que a práxis pedagógica vai além de uma da solução de conflitos e do diálogo, porque ela determinava mudanças e ações conjuntas. Pressupõe também uma ação transformadora, inovadora, ousada, crítica e reflexiva. 

Foca ainda, um contexto de interação humana entre a teoria e a prática, a relação entre o indivíduo, a comunidade social e a comunidade acadêmica. Assim, teoria e prática trabalham conjuntamente com o ato de conhecer. Dessa feita, o pressuposto básico havido entre o binômio individualidade-comunidade é o da construção social do conhecimento.

Para tanto, deve estar presente a motivação para a ação. A pessoa bem motivada realiza atividades com maior desempenho, qualidade e eficiência. Trata-se do querer, e faz parte da trajetória da organização da práxis.

A motivação do individual para o coletivo é observada nas palavras, por ser uma atitude de presença, envolvimento e cumplicidade com a ocasião, e de muita seriedade com a situação apresentada.

Acredita-se assim, ser necessário além da avaliação dos alunos através de conceitos determinados pela instituição de ensino, desenvolver com eles um trabalho voltado não só para a formação acadêmica, como também, para a priorização da cooperação e solidariedade dos cidadãos na comunidade local onde vivem, e para o desenvolvimento de uma visão critica fundamentada em capacitação sólida, voltada para a sustentabilidade e solução (de forma autônoma) das questões apresentadas, e, como apresentadas.

“A educação não é neutra, mas caminha junto com nosso projeto de sociedade, precisamos refletir referenciais teóricos-metodológicos que fundamentam nossa prática cotidiana, os quais são de ordem pública, econômica, filosófica, sociológica, ... e epistemológica” .





 FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Paz e Terra, 2005, São Paulo, pg.18
 Idem, ibidem, pg 15
 Palavra de origem grega que significa ação.
 TIRIBA, Lia. O lugar da economia solidária na educação e no lugar da educação da economia solidária. Texto elaborado na fala da participação da autora durante o IV Congresso Internacional de Economia Solidária NESOL/USPC, realizado em junho de 2.006 – p. 2.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Produção de iPhones e iPads no Brasil deve começar até novembro

Estadão


Informação é do presidente da Investe São Paulo, agência estadual de promoção de investimentos; expectativa é que unidade produza 6 milhões de aparelhos ao ano




Equipamentos serão produzidos pela taiwanesa Foxconn no País (Foto: YM Yik/EFE)  
A produção de iPhones e iPads da Apple em São Paulo deve começar entre setembro e novembro, segundo Luciano de Almeida, presidente da Investe São Paulo, agência estadual de promoção de investimentos. Almeida participou nesta terça-feira, 3, da inauguração do centro Tecnológico da Alcatel-Lucent em São Paulo. Segundo ele, o acordo para a produção local foi fechado em fevereiro com representantes da Apple, que se encontraram com o governador Geraldo Alckmin.
Os equipamentos serão produzidos pela taiwanesa Foxconn. Segundo Almeida, ainda está sendo definida a cidade em que serão fabricados os aparelhos. As conversas com a Foxconn começaram em abril do ano passado. O presidente da Investe São Paulo disse que o projeto apresentado pela Foxconn possui três fases. A primeira seria a produção da Apple, a segunda, a unificação das fábricas que a empresa tem no Brasil em um só local e a terceira, a fabricação de telas no País.
Para os produtos da Apple, a expectativa é chegar à produção de 6 milhões de unidades por ano num prazo de 3 a 4 anos. A Apple preferiu não comentar o assunto.
(Texto atualizado às 13h53)